Cityscape of Wuxi

O Novo Urbanismo é um movimento voltado para o desenho urbano que defende o projeto de vizinhanças para pedestres com funções mistas de habitação e trabalho. O termo surgiu nos Estados Unidos no início dos anos 1980 e continua atuante em muitos projetos de desenho e planejamento urbano.
O conceito é influenciado fortemente por padrões de desenho urbano anteriores ao uso do automóvel e estabelece princípios como desenho do bairro tradicional e desenvolvimento orientado pelo trânsito. É também relacionado de perto a com os conceitos de Regionalismo e Ambientalismo.
Os novos urbanistas conquistaram a simpatia de vários lugares do mundo, através de uma arquitetura contextualizada, com otimização de áreas livres, e o desenvolvimento equilibrado entre o trabalho e a residência. Estratégias de regionalização que, entre tantas vantagens, buscam gerar a redução tráfego e melhoria na qualidade de vida das pessoas. Ruas seguras, edifícios verdes, reciclagem e revitalização de edifícios e sítios também fazem parte dessa proposta. Em resumo, a ideia é voltar-se para o bairro, onde os locais das atividades do cotidiano não excedam 10 km de distância do raio da sua residência. Uma realidade que vem se materializando em Florianópolis a passos largos, a exemplo disso, está o Novo Campeche, localizado na Costa Leste de Florianópolis.
Desenvolvido de forma planejada, com estudos da BLU Urban Thinking e BCh Arquitetos, o Novo Campeche se desenhou como um novo modelo de moradia seguro, tranquilo e que privilegia as pessoas e o contato delas com a natureza.
O local não é oficialmente considerado um bairro. Pode-se dizer que ele é um loteamento, um espaço planejado para que as pessoas estejam em contato com a rua, a natureza e com outras pessoas. O loteamento tem tudo a ver com o termo “olho para a rua”. Isso significa que os residenciais não têm grandes muros, fazendo com que as pessoas literalmente enxerguem a rua de dentro das suas residências e consigam estabelecer essa relação e identificação com o lugar. Os prédios têm, no máximo, três andares, e o espaço é bem arborizado, com calçadas amplas e ruas largas.

No Novo Campeche, é comum as pessoas praticarem exercícios físicos como caminhadas, bike e corridas. A praia logo em frente, incentiva ainda mais esse estilo de vida mais saudável e, ao mesmo tempo, conecta às pessoas com a natureza.

Outro diferencial do loteamento é a possibilidade de morar, trabalhar e se divertir sem precisar ir muito longe, assim como o conceito do Novo Urbanismo. No Novo Campeche, há padarias, cafés, food parks, e outros estabelecimentos do ramo de lazer, gastronomia e serviços muito próximos do loteamento. Algumas empresas também decidiram apostar no lugar e trouxeram seus negócios para cá.

O Novo Campeche é um lugar totalmente diferente de outros cantos de Florianópolis. As pessoas daqui gostam de estar na rua, convivendo umas com as outras, com suas famílias e amigos, ou praticando alguma atividade física. O Novo Campeche recebe turistas do mundo inteiro e é considerado hoje um modelo da capital. Viver aqui é viver a rua, sem medos e com prazer. Viver aqui é ter segurança, qualidade de vida, contato com a natureza, uma praia paradisíaca na frente de casa e uma inovação de tendências e conceitos através de seus empreendimentos.

Viver é aqui é experimentar um pouquinho sobre este conceito tão diferente e benéfico, que é o Novo Urbanismo.

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Enquanto muitas empresas apostam no público jovem, nos Millennials, um outro grupo de consumidores ganha cada vez mais destaque: a terceira idade. Segundo estudo desenvolvido pelo Banco Mundial, a velocidade do envelhecimento populacional no Brasil será significativamente maior do que a registrada no século passado nas sociedades mais desenvolvidas.

Em um país que envelhece rapidamente como o nosso, não enxergar o potencial deste público pode representar uma falha estratégica. Os idosos estão cada vez mais conectados, aproveitando as facilidades do e-commerce e se mantendo no mercado de trabalho, o que amplia ainda mais seu poder aquisitivo.

Novos hábitos e consumos começam a fazer parte da vida dessas pessoas. E, se antes a terceira idade passava parte desta fase vivendo nas casas dos filhos, parentes ou em casas especializadas para idosos, hoje a realidade de outra. Eles buscam, cada vez mais, viver confortavelmente e de forma independente pelo maior tempo possível. Logo, flexibilidade de utilização será uma característica importante dos novos produtos – incluindo o setor imobiliário – que terão locais possíveis de serem usados de várias maneiras por pessoas de diferentes idades, habilidades e preferências.

Os empreendimentos planejados para os idosos é uma modalidade que será impulsionada no mercado brasileiro em breve. O formato deste tipo de residência é, além das unidades especificamente projetadas para eles, com a oferta de serviços como lavanderia, arrumação da casa, transporte e médico ambulatorial. Além disso, dentro deste mesmo condomínio seriam realizadas atividades sociais e de lazer para integrar os moradores.

De acordo com pesquisas feitas no Canadá, há uma forte tendência de os idosos morarem de forma independente em suas próprias casas, já que 95% das pessoas com até 80 anos moram nesses tipos de comunidade.

Outro diferencial de empreendimentos voltados para esse nicho seria a localização. De fato, é preciso que o residencial esteja perto de uma infraestrutura importante, como mercados, farmácias, bancos e lojas. Com essas facilidades no entorno, a vida dos idosos se tornaria bem mais independente e ativa, já que poderiam realizar todas as suas atividades dentro de uma localização específica.

O relatório “Consumer Generations”, divulgado pela Tetra Pak, aponta que, no Brasil, o público sênior tinha 11% da renda do País, na última década. Nos próximos quatro anos, a expectativa é que eles passem a ter 16%, em decorrência do envelhecimento da população e do aumento do poder de compra dos brasileiros. Com esses dados em mãos, cabe ao mercado fazer uma aposta e adaptar os produtos imobiliários para essa nova etapa da nossa sociedade. Uma aposta que não tende a falhar!

Autor: Raquel Pellizzoni

Analista de Inteligência de Mercado da BLU Urban Thinking

 

 

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Nas últimas décadas o modo de viver em prédios mudou radicalmente. A pergunta é: modificou-se em função da mudança de estilo de seus moradores ou o estilo de vida destes transformou-se em decorrência dos novos projetos?

Uma questão difícil de responder e, que talvez, tenha um pouco das duas alternativas. O certo é que nas últimas décadas os apartamentos e as áreas sociais dos edifícios mudaram completamente. Se nas décadas de 60, 70 e 80 os apartamentos eram amplos e as áreas comuns restringiam-se, no máximo, à uma piscina, hoje os apartamentos são enxutos e as áreas sociais supervalorizadas. Mas uma nova tendência aparece no mercado e está fazendo sucesso.

Nossos pais valorizavam muito salas e quartos amplos, cozinha independente, dependência de empregada com banheiro e ainda uma sala de tv ou escritório. Para os mais tradicionais, esse apartamento é um sonho possível de ser encontrar ainda no mercado de alto luxo. Hoje, a média dos apartamentos que são lançados no mercado possuem quartos reduzidos, em torno de 12m2, salas estreitas onde devem caber um sofá em frente à tv e uma mesa de quatro lugares. Tudo isso integrados à uma cozinha.

E de onde vem essas mudanças? Dos usuários ou do mercado imobiliário? Pode-se dizer que é uma conjugação das duas. Por um lado, construtoras viram a possibilidade de construir apartamentos menores e aumentar o valor do m2, tendo uma maior eficiência econômica em cima dos terrenos que se tornaram cada vez mais caros e escassos nas áreas centrais. Por outro lado, a vida moderna começou a dispensar alguns espaços como a dependência de empregada, a sala de televisão que hoje é parte integrante das atividades familiares na sala. A vida moderna também colocou os ocupantes dos apartamentos mais tempo fora de casa, seja por causa do trabalho ou das diversões urbanas. Então para que ter um apartamento grande só para passar poucas horas e, a maioria delas, dormindo?

A vida moderna também construiu o conceito de funcionalidade, ou seja, ter espaços apenas que sejam realmente utilizados e espaços que não deem muito trabalho, que não precisem de muita manutenção. As pessoas querem se divertir e não ficar preocupadas com consertos e limpezas. Nada de muito enfeite que acumula pó, nada de carpete que necessita limpeza pesada e acumula ácaro, nada de prataria que precisa ser ariada.

Os apartamentos ficaram funcionais, com o mínimo de espaço para realizar as atividades diárias. O divertimento de final de semana e as reuniões noturnas com amigos e familiares foram transferidas para as áreas sociais. Essas, por sua vez, tornaram-se locais de destaque nos residenciais, sendo desenvolvidas com preciosismo pelas construtoras e arquitetos. Assim, Salão de festas, Espaço Gourmet, Espaço Fitness, Piscina, entre outros, são projetados com decoração refinada e equipamentos de última geração.

Tudo maravilhoso. A criançada do condomínio se reúne para brincar, as mulheres se encontram na piscina, os homens reúnem-se para ver o jogo no salão de festas. Mas quando no meio disso tudo tem um solteiro que não aguenta criança gritando, maridos que ficam enciumados com os jovens bombados desfilando na piscina ou casais “zens” que não suportam aquela bebedeira de torcedores torcendo. Como harmonizar todos estes conflitos?

Existem várias soluções, algumas praticadas já há algum tempo como a padronização da tipologia dos apartamentos em um mesmo prédio. Ou seja, não misturar apartamentos de um dormitório com três dormitórios em um mesmo prédio, que com certeza juntam famílias com filhos e pessoas solteiras. Mas uma nova tendência vem sendo desenvolvida para acabar com esses incômodos e ainda incentivar uma sinergia entre os moradores: são os residenciais inspirados nos estilos de vida os lifestyles residences.

A tendência está se espalhando por várias partes do mundo, acompanhando os vários estilos de vida. Nos Estados Unidos foi desenvolvido um condomínio de casas campestres, como se fosse uma grande fazenda comunitária para famílias que buscam qualidade de vida junto à natureza. No condomínio há enormes plantações cuidadas pelos proprietários, que além de alimentar-se com os produtos, ainda possuem uma loja para venda. Em Florianópolis, foi entregue recentemente um residencial inspirado na cultura surf, com áreas sociais criadas exclusivamente para os esportistas. Localizado em frente à praia do Campeche, conhecida por suas ondas, o Kanaloa (Deus do Oceano em havaiano) possui áreas como o Espaço surf que serve de transição entre a praia e o apartamento, com chuveiros, vestiário e guarda-prancha.

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Recentemente em Florianópolis mais um lifestyle residence foi lançado, agora inspirado em um estilo de vida dinamarquês, o Hygge. Nesse, áreas confortáveis e aconchegantes valorizam a convivência entre os amigos e familiares em harmonia com a natureza. O destaque fica para uma praça suspensa na cobertura com lounges, espaço para crianças e hortas comunitárias. Em São Paulo, vários residenciais com apartamento studios assumem um estilo jovem e criam áreas como lavanderia, com mesa de sinuca e pub com coworking.

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Interessante nesses lifestyles residences é a sinergia que acontece entre os moradores, já que todos possuem estilo semelhante de vida. A convivência fica mais fácil, os interesses comuns e mais uniformes e as reuniões de condomínios mais tranquilas.

 

Geraldo Abud Rossi

Diretor da BLU Urban Thinking

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Vivemos na verdadeira “Era da Fúria”, onde a obsessão de fazer tudo mais depressa faz parte da vida de muitas pessoas, no mundo inteiro. Reuniões, prazos de entrega, contratos, processos, programações, agendas, planejamentos. E na busca pela eficiência progressiva e, portanto, do lucro, tudo tem que ser feito mais rápido. É o que diz o escritor Carl Honore, autor do best-seller Slow. E é nessa pegada “devagar”, que surge o termo “downshifting”, que significa uma troca de estilo de vida de alta pressão, por uma vida mais tranquila.

O termo foi reconhecido pelo Instituto de Pesquisa de Tendências de Nova York, que identificou que este estilo de vida, que envolve tamanha pressão, alta renda e alta velocidade, está, aos poucos, sendo substituído por uma vida mais tranquila e menos consumista. E faz sentido, já que as pessoas vivem no limite da exaustão, sendo constantemente lembradas por seus corpos e mentes que o ritmo da vida está girando fora de controle.

 

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O autor do livro ainda faz alguns questionamentos para que se possa entender, de forma clara, o porquê “downshifting” é uma tendência: Por que estamos sempre com pressa? Qual a cura para a falta de tempo? É possível, ou até mesmo desejável, desacelerar? “Percebendo o preço que se paga pela velocidade implacável, as pessoas em todo o mundo estão reivindicando o tempo delas e desacelerando o passo – vivendo mais felizes e, consequentemente, de forma mais produtiva e saudável. Uma revolução “Devagar” está acontecendo”, explica Honore.

Mas afinal, como adotar o “downshifting” para a sua vida? A simples meditação se encaixa neste movimento mundial. Mas atitudes mais simples, como praticar esportes que você gosta, estar em contato com a natureza, perto do mar e fazendo aquilo que te dá prazer, também são consideradas maneiras de desacelerar. Utilizar a bicicleta como meio de transporte também faz parte deste estilo de vida, assim como consumir de forma moderada, apenas aquilo que seu estilo de vida necessita, e entender que viver menos acelerado e estressado, vai te tornar, consequentemente mais equilibrado, criativo, produtivo e saudável, descobrindo energia e eficiência onde menos espera.

O Novo Campeche, localizado na Costa Leste de Florianópolis, possui essa pegada “downshifting”. Quem vive no lugar pratica constantemente atividades físicas, seja no mar ou no próprio loteamento, já que ele conta com ruas amplas e bem arborizadas e prédios planejados. A praia logo em frente, incentiva ainda mais esse estilo de vida mais saudável e “devagar” e, ao mesmo tempo, conecta às pessoas com a natureza. A qualquer hora do dia você vai se deparar com pessoas na rua, estejam elas passeando com seus filhos ou praticando algum esporte.

Essa é uma revolução mundial que está acontecendo e que desafia o culto da velocidade. Basta agora saber se você se encaixa ou quer se encaixar neste estilo de vida e, aos poucos, desacelerar o passo…

 

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A BLU Urban Thinking tem em seu portfólio cases de sucesso, que movimentaram o mercado imobiliário e fizeram da marca, empresa reconhecida no mercado pelo know-how e expertise em desenvolvimento imobiliário.

Hoje, vamos contar sobre como um empreendimento que foi lançado em 2010 e foi um fracasso de vendas, se tornou um case de sucesso, depois de passar pelo retrofit da BLU e vender todas as suas unidades, em apenas 15 dias.

 

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A SITUAÇÃO

Em 2010, o Campeche Residence Club foi lançado em Florianópolis, no bairro Campeche. O projeto não estava adequado ao perfil do público alvo e à demanda de mercado latente e, mesmo com material de divulgação e um plantão de vendas bem em frente ao empreendimento, nenhuma unidade foi vendida e o projeto abortado pela construtora.

 

A PROPOSTA

Em 2011, um ano depois do seu lançamento, a BLU assumiu o projeto e realizou o retrofit – termo que significa revitalizar um empreendimento imobiliário, trazendo a ele novas tecnologias e designs mais promissores, buscando um conceito que se adapte com o perfil e região. O desafio para a equipe relançar o residencial com sucesso era enorme. Foram feitas pesquisas de mercado, análise estratégica de todas as unidades e da região, busca de referências. A proposta então foi desenvolver um conceito de clube, inspirado na praia Californiana de Malibu, berço do beach lifestyle. Isso porque o conceito ia ao encontro, tanto do estilo de vida da região, que traz a essência do beach lifestyle, quanto dos moradores que escolhem o bairro para viver.

Como o projeto estrutural já estava aprovado, os arquitetos se concentraram na parte externa do prédio, fachada e paisagismo e nas áreas sociais fechadas e no amplo terreno. O nome também sofreu alteração, o antigo o Campeche Residence Club, passou a ser Malibu House Club. Foi realizada também a adequação da tabela de preço de acordo com a análise do mercado regional e nacional e gestão de lançamento.

 

O RESULTADO

O resultado surpreendeu. Foram comercializadas 100% das unidades do Malibu, em apenas 15 dias. O empreendimento foi entregue em 2013, com um VGV de 36 milhões.

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Festa de entrega do Kanaloa Beach Style Residence contou com a participação de figuras importantes do cenário do surf, como Teco Padaratz

Imagine uma sala exclusiva para se preparar para surfe, colocar a roupa de neoprene, tomar aquela ducha depois do mar e concertar a prancha com cuidado e segurança. Imagine um espaço com equipamentos para o preparo físico do surfista ou um spa para relaxar depois de dropar boas ondas. Esse lugar existe. É o Kanaloa Beach Style Residence, construído na praia do Rio Tavares, em Florianópolis considerado o primeiro empreendimento inspirado na cultura surf.

O residencial, sucesso no mercado imobiliário pela sua inovação e pela sua comercialização, foi entregue recentemente aos seus moradores em uma festa havaiana, com a presença de nomes importantes do cenário do surf, como os surfistas profissionais Teco Padaratz, Guga Arruda e Cristiano Guimarães. Teco foi o mestre de cerimônia do evento e animou a festa ao com sua Banda Teco Padarataz 5’11”. Ele destacou o quanto o surf está presente na vida das pessoas, conquistando adeptos em todas as classes sociais e idades.” O surfista também ressaltou de que forma o Kanaloa inovou ao trazer ambientes e conceitos inspirados na cultura surf.

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Nas fotos acima, o Espaço Surf e o Fitness Funcional 

Localizado em um tradicional pico de ondas e em frente à Área de Preservação Ambiental que dá acesso à praia, o Kanaloa se destaca pela arquitetura moderna e conceito diferenciado, desenvolvidos pela BLU Urban Thinking, que identificou através de pesquisa na região o potencial desse perfil de morador, amante da praia e do surfe. Juntamente com a BCh Arquitetos, foram desenvolvidos o projeto arquitetônico e os espaços que tivessem ligação com o esportista. O sucesso foi tão grande, que o empreendimento foi 100% vendido antes mesmo da entrega e 80% das unidades foram comercializadas nos primeiros 6 meses.

O Kanaloa foi construído pela Cadema Construções e Incorporações, empresa conhecida por inovar em seus projetos e apostar em conceitos diferenciados, voltados a determinados nichos de mercado. Com o Kanaloa, o sucesso foi tão grande, que o residencial foi notícia em diversos veículos de comunicação do estado e trouxe a premissa de que um imóvel que tem personalidade, faz toda a diferença na hora de conquistar um cliente – alguém que não busca apenas um lugar para morar, mas sim um estilo de vida, um conceito, um espaço que tenha tudo a ver com o seu perfil e o seu jeito de ser.

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Na foto acima, a fachada do Kanaloa Beach Style Residence

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Prancha exclusiva desenvolvida pelo shapper Cristiano Guimarães para o Kanaloa

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Para fomentar vendas e reforçar o conceito de trabalhar perto de casa, a BLU Urban Thinking desenvolveu mais uma campanha estratégica para o MULTI Open Shopping + Oficces, localizado na Costa Leste de Florianópolis, que será inaugurado em 2017.

Com a proposta de vender as últimas unidades de salas comerciais que o empreendimento possui, a BLU criou uma Landing page dentro do site atual, visando amentar os acessos da plataforma e permitir a captação de leads interessados em ter um espaço para abrir ou levar o seu negócio.

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O canal escolhido foi o Facebook e a segmentação do público foi feita pela localização da costa leste, idade entre 25 a 50 anos, com interesses em bem-estar e negócios. O objetivo é alcançar possíveis compradores que se identifiquem com o life style do MULTI. Foram também excluídos os atuais compradores do empreendimento, chegando ao número de 180mil pessoas.

A equipe de marketing da BLU também usou o Google Analytics como estratégia integrada, analisando relatórios de conversões de forma mais aprofundada, facilitando ajustes e futuras campanhas de remarketing. Também foi configurado o Pixel de Conversão do Facebook permitindo campanhas de remarketing com este público.

Para impactar a persona das salas comerciais do empreendimento, foram utilizadas frases que relacionam bem-estar, família, esporte e trabalho e a utilização da logo do MULTI vem para unir uma peça a outra, tornando uma campanha sequência com 4 artes.

Em paralelo a esta campanha, também no Facebok, criamos anúncio com o vídeo institucional, slide de imagens conceituais e anúncio do local, visando difundir a associação do empreendimento físico com o nome Multi Open Shopping + Offices.

A BLU tem expertise em marketing imobiliário e já realizou diversas campanhas para empreendimentos residenciais e comerciais. Com foco em vendas, desenvolve estratégias tanto no âmbito online, quanto off-line.

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Estamos quase no segundo semestre de novembro e já com um pezinho em 2017. Por isso, o mercado imobiliário merece nosso olhar perspectivo sobre o que vem pela frente e se isso será ou não positivo para os agentes desse mercado e sua clientela.

Economia fortalecida

Como sabemos, 2016 foi um ano de cautela em vários setores, inclusive o imobiliário. Muitas construtoras optaram em não trazer nenhum lançamento ao mercado, visto que o consumidor estava mais retraído. Em 2017, o cenário tende a mudar devido a vários fatores que vão corroborar para um aquecimento do mercado. A Inflação em desaceleração é um deles. Ela saiu de 10,7% em 2015 para, aproximadamente, 7,2% em 2016. Para 2017, a previsão do mercado financeiro para a inflação é uma decrescente de 5,07%, conforme divulgação do Banco Central no último Relatório Trimestral de Inflação, documento que possui as expectativas para a economia.

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A redução da taxa de juros também é outro grande fator para retomada do mercado. A taxa de juros, quando mantida alta, onera o crédito e colabora pra inibir o consumo das famílias e a injeção de capital das empresas, elementos mandatórios para a recuperação do crescimento da economia. Porém, ainda de acordo com o mercado financeiro, para 2017, a estimativa da taxa de juros é de 11%, o que presume uma queda maior no próximo ano. O PIB em crescimento é outro grande motivo para ficarmos animados para o ano eu vem. Ele desempenha o papel de medir o comportamento da economia brasileira, além de ser a junção de todos os bens e serviços feitos em território brasileiro.

Nesse sentido, a perspectiva é favorável à indústria imobiliária, pois o Banco Central enxerga um cenário dessemelhante para 2017 e mais satisfatório do que o vivido pelos brasileiros em 2016. A instituição anunciou que o PIB deve crescer 1,3% em 2017.

Dessa forma, podemos concluir que o próximo ano vai ser aquecido devido a melhora da economia, o que gera maior confiança do consumidor e crédito disponível. Todas as construtoras estão pensando em recomeçar seus planos de lançamentos, algumas já para 2017. De acordo com Geraldo Abud Rossi, diretor da BLU  nessa nova fase é imprescindível que as construtoras planejem seus lançamentos com cuidado, pois não há espaço para erros em um mercado que aos poucos começa a caminhar. “Para se destacar e fazer sucesso, é preciso estar amparado em pesquisas de mercado, estratégias e muito planejamento, tanto na hora de desenvolver o projeto, quanto na hora de vender. Lançamentos que não têm uma proposta e uma persona clara, que fomente o desejo de compra, tendem a acumular estoque”, finaliza ele.

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Acreditar em um projeto inovador, diferenciado e promissor. Assim iniciou a parceria entre a empresa de inteligência imobiliária BLU Urban Thinking e a Construtora Plano, no desenvolvimento do MULTI openshopping + offices, projeto comercial, cultural e gastronômico na Costa Leste de Florianópolis. A proposta foi trazer qualidade de vida para os moradores, que poderão usufruir de serviços, antes só encontrados no centro da cidade, e também oportunizar que as pessoas tenham seu próprio negócio no espaço, com o objetivo de trabalharem perto de casa.

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Desde 2015, a BLU atua no desenvolvimento do projeto, através de pesquisas de mercado, onde identificou que a região é carente de lugares como MULTI. Na pesquisa, a BLU também identificou que existe grande concentração de pessoas de diversos lugares do Brasil na Costa Leste e, como apresenta pouca oferta de serviços, como médicos, advogados, dentistas, psicólogos, o deslocamento até o centro da capital é inevitável.

Partindo deste princípio, a BLU, juntamente com a BCh Arquitetos participaram do desenvolvimento do conceito comercial e arquitetônico, sendo responsáveis pelas áreas sociais e projeto paisagístico. Geraldo Abud Rossi, Diretor da BLU Urban Thinking, explica que o conceito principal do MULTI é fazer com que as pessoas trabalhem perto de casa e tenham todas suas necessidades atendidas na mesma região que moram. “Se perde muito tempo no trânsito indo para o centro da cidade para usufruir de serviços que poderiam facilmente ser encontrados aqui. Um exemplo muito claro era o médico e o paciente, ambos vizinhos, saindo aqui da costa leste para o centro. Um para trabalhar e o outro para ser atendido” ressalta Geraldo. “Com a chegada do MULTI, agora médico e pacientes estarão perto, e isso gera qualidade de vida para os dois lados”, conclui.

Betina Chede, da BCh Arquitetos, conta que inseriu os jardins verticais nas às áreas sociais, como o hall do elevador no atrium principal, e também criou espaços voltados para o bem-estar físico dos usuários, como slack line e áreas de lounge para as horas de descanso das pessoas que atuarão nas salas comerciais. “Além disso, propomos um terraço/bar ao ar livre com vista para o mar, junto à sala de convenções, dando mais charme aos eventos”, completa a Arquiteta.

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A BLU também conta com um setor de marketing, com expertise em mercado imobiliário, que desenvolveu toda a identidade visual do empreendimento e campanha de divulgação. Atualmente coordena o marketing do MULTI e é responsável por treinamentos à equipe que realiza as vendas das salas comerciais, incentivando a comercialização dos offices e trazendo dados sobre mercado e região, que servem de apoio ao corretor na hora de vender. O MULTI está com suas obras avançadas e será aberto para a comunidade em 2017.

 

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Geraldo Abud Rossi, um dos diretores da BLU Urban Thinking, foi destaque na coluna da Fiabci-Brasil (Federação Internacional Imobiliária) veiculada no Jornal O Estado de S. Paulo na terça-fera, 11 de outubro. Ele abordou sobre uma tendência que veio para ficar: O Smart Building. Confira na íntegra abaixo ou no jornal O Estado de S. Paulo, primeiro caderno, página A18.

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