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Geraldo Abud Rossi, um dos diretores da BLU Urban Thinking, foi destaque na coluna da Fiabci-Brasil (Federação Internacional Imobiliária) veiculada no Jornal O Estado de S. Paulo na terça-fera, 11 de outubro. Ele abordou sobre uma tendência que veio para ficar: O Smart Building. Confira na íntegra abaixo ou no jornal O Estado de S. Paulo, primeiro caderno, página A18.

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Os espaços verdes em residenciais e prédios comerciais estão se tornando tendência no mercado imobiliário. O motivo é que, além de deixar os ambientes mais bonitos e agradáveis, as áreas verdes promovem benefícios para a saúde e para mente, como alívio de estresse, melhora do sono, redução da pressão arterial, diabetes, além da melhoria da função do sistema imunológico.

Contudo, é preciso de uma inteligência mercadológica para inserir esses espaços e garantir que eles se conectem com as pessoas. Geraldo Abud Rossi, Diretor da BLU Urban Thinking, empresa de Inovação e Desenvolvimento Imobiliário, explica que antes de inserir as áreas verdes em prédios residenciais ou corporativos é importante fazer uma pesquisa de tendências e analisar de que forma essas espaços podem contribuir de forma positiva para os frequentadores ou moradores do empreendimento. “Muitas empresas acham que é simples inserir áreas verdes, mas muitas vezes esses espaços se tornam obsoletos e não possuem aquela conexão desejada. Fazer um estudo e ter pessoas com experiência no assunto, é a melhor forma de desenvolver esses espaços com harmonia e inteligência”, explica ele.

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(Na foto, área social do residencial Kanaloa)

Depois desta análise, e a vez da equipe de arquitetura dar vida aos ambientes. Betina Chede, diretora da BCh Arquitetos, conta que há várias maneiras de inserir espaços verdes. “Eles podem vir através do paisagismo, de telhados verdes, de jardins verticais e de elementos que são colocados nas áreas sociais, como por exemplo, plantas e árvores em espaços fitness, spas e áreas de uso em comum”, ressalta ela.

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( Na foto, área social do THAI Beach Home Spa)

Além de fazer bem para a saúde e deixar o empreendimento mais bonito esteticamente falando, os espaços verdes ainda contam com outro benefício: a diminuição do calor e, consequentemente, a valorização da sustentabilidade. Um exemplo de empreendimento que contou com grande espaço de áreas verdes é o MULTI Open Shopping que está sendo construído na Costa Leste de Florianópolis. Nele, Betina explica que foram pensadas lajes verdes, que vão controlar a temperatura dos ambientes e proporcionar um clima agradável aos visitantes.

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(Na foto, boulevard do MULTI Open Shopping)

Outros empreendimentos também ganharam esse diferencial, como o empreendimento THAI, no Campeche, onde o Espaço Zen, que conta com spa, piscina térmica e camas para massagem estão cercados de áreas verdes através do paisagismo. No próprio empreendimento, existe o THAI Garden que busca trazer essa conexão com a natureza e seus moradores. Já o empreendimento North Side chama atenção pelo seu paisagismo do lado de fora. Diferentes cores que se harmonizam com a fachada, dão o toque final ao empreendimento localizado no Novo Campeche. O Jai, também localizado no Novo Campeche, buscou unir elementos para promover ainda mais essa integração do morador com a natureza.  O Kanaloa Residence, localizado no Rio Tavares, também é outro exemplo de empreendimento que conta com espaços verdes. Ele possui jardins verticais, muito utilizados quando os jardins de chão não são possíveis de serem implantados no projeto.

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(Na foto boulevard do THAI)

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(Nas fotos, residencial North Side)

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(Na foto, residencial JAI)

Betina explica que essa tendência veio para ficar já que não é um avanço apenas no Brasil, mas no mundo todo. A França, por exemplo, que enfrenta altos problemas com níveis de poluição atmosférica, aprovou uma lei que obriga os prédios a terem telhados verdes ou placas solares. “Agora é torcer para que as empresas que desenvolvem projetos imobiliários enxerguem os benefícios destes espaços verdes para o sucesso de seus empreendimentos e adotem de vez essa ideia verde do bem”, finalizada a arquiteta.

 

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Vivemos em um mundo em que priorizar a qualidade de vida é uma escolha cada vez mais presente na vida de um consumidor que se tornou mais exigente e seletivo. Mas como implementar isso nos empreendimentos de forma efetiva?

A resposta não é obvia, pois o que é qualidade de vida para uma pessoa, pode não ser para outra. Isso depende da cultura e do estilo de vida de cada um. Dessa forma, o primeiro trabalho a ser realizado é a identificação do público alvo e uma pesquisa detalhada sobre seus hábitos e desejos. Vindo ao encontro dessas percepções, está a expertise de arquitetos, urbanistas e estrategistas para encontrar soluções, viáveis e criativas. Para Geraldo Abud Rossi, diretor da Urban Thinking, as soluções devem ser funcionais, sustentáveis e esteticamente atraentes. ” As soluções que encontramos são testadas através dos anos, devem funcionar no dia a dia dos moradores e ser economicamente viável para as construtoras”, explica ele.

Um dos grandes diferenciais da BLU é aplicar conceitos aos empreendimentos, não apenas de fachada, mas que realmente envolvam seus moradores. Um exemplo disso são os espaços esportivos, pensados nas necessidades dos praticantes de determinados esportes e que realmente promovem a qualidade de vida, já que facilitam e incentivam a prática. Na frente da praia do Campeche em Florianópolis, reconhecida como uma praia de ótimas  ondas  para o surf, a BLU desenvolveu o empreendimento Kanaloa baseado na cultura surf. Todas as áreas sociais seguiram esse conceito e ainda foram criados ambientes pensados no surfista, como o espaço surf, um local de transição entre o apartamento e a praia e um espaço para relaxamento com spa para depois do esporte. O Fitness também foi adaptado para o surf, e ao invés dos tradicionais equipamentos de musculação, optou-se por equipamentos de alongamento e equilíbrio.

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Esse é um exemplo de como a qualidade de vida está associada ao estilo de cada pessoa. Essas criações no Kanaloa que enchem os olhos de qualquer surfista ou amante do esporte, pode não favorecer a vida de alguém que seja sedentário. Aí entra um ponto crucial para construtoras e incorporadoras: descobrir o nicho que possui mais demanda em uma determinada região. E novamente entra em cena a expertise da BLU, com seu departamento de pesquisa, analisando dados e entrevistando moradores. No caso do Kanaloa, um total sucesso de vendas assinaram o acertivo  conceito, quando foi totalmente comercializado no lançamento.

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Em um mundo cada vez mais tecnológico, digital e preocupado com o meio ambiente, as gerações se veem diante de uma infinidade de tendências que impactam seu dia a dia, seu trabalho, seu jeito de consumir e de viver. Os sobressaltos atuais indicam mudanças profundas e estruturais, que serão responsáveis por definir a agenda dos negócios no futuro. Separamos algumas delas, principalmente relacionadas à família, trabalho e sustentabilidade. É com base neste e em outros dados que desenvolvemos projetos que integram tendência de acordo com o estilo de vida das pessoas e às mudanças no mundo.

Novo estilo de vida busca a saúde

Estamos numa era em que a busca pela qualidade de vida se tornou fator determinante. As pessoas estão buscando maneiras mais saudáveis de viver. Se alimentam melhor, praticam atividades físicas, moram em lugares que permitam contato com a natureza, e isso, certamente, influenciará na longevidade das famílias. Logo, é importante que o mercado se comporte de acordo com esse estilo de vida. A tendência é que surjam cada vez mais residenciais, empreendimentos e modelos de negócios que levem em conta esse aspecto saudável cada vez mais em voga.

Novas configurações familiares

Uma pesquisa aponta que chega a 28% a proporção de jovens que se declaram homossexuais ou bissexuais. A conquista pelo direito no casamento abriu as portas para o próximo passo: a adoção de filhos. Somente nos EUA, segundo estimativa da Escola de Direito da Universidade da Califórnia, um milhão de lésbicas, gays, bissexuais e transexuais criam atualmente cerca de dois milhões de crianças.

Expectativa de vida aumenta e jovens diminuem no futuro

Em dez anos, a queda do número de filhos só no Brasil chegou 10,7%. Essa queda da natalidade está ligada ao alto custo de vida nas cidades e também aos gastos, cada vez maiores, que os pais têm para educar os filhos. As famílias brasileiras estão menores, muitas vezes, por imposição da economia. Essa nova configuração familiar tende a impactar em qualquer modelo de negócio, uma vez que é preciso levar em conta que aquelas grandes famílias de 5, 6 filhos, não existirão mais. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 40 anos, a população idosa vai triplicar no Brasil e passará de 19,6 milhões (10% da população brasileira), em 2010, para 66,5 milhões de pessoas, em 2050 (29,3%).

As estimativas são de que a “virada” no perfil da população acontecerá em 2030, quando o número absoluto e o porcentual de brasileiros com 60 anos ou mais de idade vão ultrapassar o de crianças de 0 a 14 anos. Daqui a 14 anos, os idosos chegarão a 41,5 milhões (18% da população) e as crianças serão 39,2 milhões, ou 17,6%, segundo estimativas do IBGE.

Novas configurações familiares

Uma pesquisa aponta que chega a 28% a proporção de jovens que se declaram homossexuais ou bissexuais. A conquista pelo direito no casamento abriu as portas para o próximo passo: a adoção de filhos. Somente nos EUA, segundo estimativa da Escola de Direito da Universidade da Califórnia, um milhão de lésbicas, gays, bissexuais e transexuais criam atualmente cerca de dois milhões de crianças.

Volta à sala de aula

Apesar de algumas pesquisas já apontarem que até 2025 muitos profissionais tradicionais e que até mesmo estão na moda, serão substituídos por robôs, algumas profissões serão indispensáveis no futuro, fazendo com que muitas pessoas voltem para a sala de aula. Especialistas em tecnologia da informação, especialista em energia alternativa, criador de conteúdo e especialistas médicos serão profissões importantes e extremamente essenciais que sejam operadas por pessoas.

Trabalho também será lazer

A exemplo da gigante da internet, Google, onde o ambiente de trabalho tem mesa sinuca/pingue-pongue, cadeiras grandes e bem confortáveis, uma mesa com alimentos coloridos e nutritivos, “pufes” e videogames, as empresas também caminharão para esta linha, cada qual respeitando seu modelo de negócio. A natureza também fará parte dessas grandes estruturas, como a inserção de árvores, aromas e músicas que façam o funcionário relaxar. A cultura da colaboração também será uma tendência. O escritor Jim Stengel publicou um livro, sob o título “Cresça: Como Ideais Potencializam Crescimento e Lucro nas Maiores Companhias do Mundo”, onde analisou os 50 negócios mais lucrativos do mundo, e concluiu que os negócios que se preocupam em melhorar a vida das pessoas tendem a ser mais bem-sucedidos.

Bairros autossustentáveis

Cada vez mais as cidades se voltam para soluções de sustentabilidade ou pelo menos de propostas em que as comunidades possam gerar sua energia, gerenciar seus resíduos e tornar suas vidas mais autossuficientes. A necessidade é criar opções de serviços, comércio, saúde, trabalho, escola, lazer, diversão, diminuindo o deslocamento para os grandes centros da cidade, impactando positivamente em diversas questões, como poluição, por exemplo. Os prédios inteligentes também fazem parte deste processo e a sustentabilidade e a preservação do meio ambiente precisam estar em harmonia com esse desenvolvimento autossuficiente.

Gebäudemanagement mit dem Tablet: In vielen modernen Bürohäusern lassen sich Licht, Jalousien oder Türen zentral über das Internet steuern. Das bringt Effi zienzgewinne, birgt aber auch Gefahren.

Não basta apenas construir lajes, salas comerciais, um centro comercial no térreo envolvido em uma bela fachada envidraçada, para que um empreendimento seja considerado corporativo. Os avanços tecnológicos, a preocupação com a sustentabilidade e as mudanças nos estilos de vida e de trabalho das novas gerações, forçam adaptações nos projetos arquitetônicos e a implantação de conceitos inovadores. Sem isso, os empreendimentos corporativos tendem a ficar obsoletos rapidamente e a não alcançarem sucesso em sua comercialização.

A tendência é o Smart Building que engloba em seu conceito várias megatendências, entre elas, a sustentabilidade, envolvendo construções verdes e economia de recursos naturais; a conectividade, utilizando tecnologia para facilitar a interação; e o compartilhamento entre pessoas e entre aparelhos em um sistema globalizado. Mas como adaptar essas megatendências em um empreendimento coorporativo?

Não é tão fácil… Pois não basta aplicar os conceitos em instrumentos e aparelhos existentes. Necessita-se cruzar estes com a cultura do local onde será construído o empreendimento. Além disso, é preciso calcular a viabilidade econômica de cada recurso de acordo com o mercado imobiliário da região. Um cruzamento onde análise e estratégia devem seguir juntas.

O conceito de smart building vem ao encontro das tendências atuais e estratégias mercadológicas, traduzindo-se em empreendimentos contemporâneos, flexíveis, confortáveis, práticos e sustentáveis. Onde elementos naturais se harmonizam com a mais alta tecnologia para oferecer ambientes agradáveis e que supram as necessidades de seus frequentadores. Neste conceito o exterior é valorizado não só na fachada, mas no paisagismo, levando para lá operações de trabalho e convivência.

Os smart building também estão alinhados com a eficiência energética, economizando recursos naturais e os utilizando de forma consciente e tecnológica.  Energia fotovoltaica, captação e reutilização da água da chuva, ar condicionados de alta performance, vidros térmicos, arquitetura pensada na ventilação e na insolação, são algumas das ações adotadas. Além da utilização da tecnologia em prol da sustentabilidade, essa deve ser usada para a automação dos serviços condominiais para maximizar sua funcionalidade e a praticidade de seus usuários, oferecendo um ambiente high tech ecologicamente correto e confortável.

Os smart building são atraentes, funcionais e ergonômicos, aumentando a satisfação e o bem estar de todos que ali trabalham. Devem representar a convergência de tecnologia e sustentabilidade, aplicando soluções de gerenciamento para melhorar a eficiência e reduzir custos. Em um mundo onde a geração dos millennials representará em pouco tempo a maior força de trabalho, os empreendimentos corporativos definitivamente não podem ser os mesmos. Essa geração está conectada com as megatendências e não aceitará trabalhar em locais obsoletos que não estejam de acordo com seu estilo de vida. Empresas no mundo todo já estão se adaptando a isto, falta agora os empreendimentos corporativos adequarem-se a esta geração.

Msc Geraldo Abud Rossi

Diretor BLU Urban Thinking

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Florianópolis é conhecida por ser uma das capitais mais belas do país. Lindas praias, ótimos lugares para lazer e diversão e bairros diversificados. Em meio a tudo isso, um lugar em especial chama atenção. Estamos falando do Novo Campeche, localizado, entre os bairros Rio Tavares e Campeche.

O lugar surpreende por contar com ruas amplas, calçamento, ser bem arborizado, repleto de áreas verdes e possuir prédios que chamam a atenção pela sua beleza e inovação. A praia logo em frente, dá o toque final de leveza, tranquilidade e descontração ao lugar. As pessoas que visitam ou residem no Novo Campeche buscam por qualidade de vida e pela essência do beach lifestyle, características próprias da região.

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A BLU Urban Thinking, empresa de inteligência e inovação no mercado localizada no Novo Campeche contribuiu para o desenvolvimento da região, atuando em 80% dos empreendimentos que lá existem. A proposta da BLU foi sempre desenvolver modelos de moradia e comércio que estivessem orientados aos desejos e anseios do público alvo, levando em conta a qualidade de vida das pessoas que moram e frequentam o lugar e, buscando sempre, a estética e inovação nos empreendimentos.

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Geraldo Abud Rossi, Diretor da BLU, participou do processo desde o início e explica que a empresa de desenvolvimento imobiliário sempre priorizou tendências, conceitos sustentáveis e uma integração dos residenciais com a natureza. O desenvolvimento dos empreendimentos abrangem projetos arquitetônicos, projetos conceituais, paisagísticos, pesquisa do perfil do morador, definição de áreas sociais, números de dormitórios, tamanhos das unidades, entre outros diferenciais.

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O Novo Campeche é conhecido hoje como um lugar diferenciado da região. Um espaço para brincar com os filhos, andar de bicicleta, jogar bola na rua, praticar atividades físicas, tanto no bairro, quanto no mar. Clevis Koakoski, diretor da Imobiliária BUZZ, também localizada no Novo Campeche, conta que o lugar respira esse estilo de vida mais saudável. “As pessoas gostam de estar na rua, convivendo umas com as outras, com suas famílias e amigos, ou praticando alguma atividade”, completa Clevis.

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O Novo Campeche recebe turistas do mundo inteiro e é considerado hoje um modelo da capital. Viver aqui é ter segurança, qualidade de vida, contato com a natureza, uma praia paradisíaca na frente de casa e uma inovação de tendências e conceitos através de seus empreendimentos. Conheça mais, visite o site: vivanovocampeche.com.br

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Procura por imóveis na região continua grande por jovens e famílias de todo o Brasil que buscam qualidade de vida

Na contramão do mercado imobiliário brasileiro, na Costa Leste de Florianópolis não houve desaceleração na comercialização de imóveis nos últimos 12 meses. De acordo com imobiliárias da região, a procura continua estável, e um dos motivos é que o sonho de muitas de famílias brasileiras é morar na capital catarinense, símbolo de qualidade de vida, e reduto de belas praias. Além disso, o novo plano diretor da cidade proibiu a construções de edifícios na região, que já eram poucos, fazendo com que se diminuísse a oferta.

Outro motivo dessa procura são os próprios residenciais pensados e desenvolvidos com estratégia de mercado. A BLU Urban Thinking, empresa de inteligência de mercado imobiliário, é responsável por grande parte do desenvolvimento dos empreendimentos localizados na região da Costa Leste. Em oito anos de atuação, a empresa participou de 37 projetos de residenciais e comerciais.  Entre os trabalhos executados, estão o desenvolvimento, conceito, área sociais, localização, projetos paisagístico e internos, pesquisa de tendências e comportamento do público e várias outras nuances trabalhadas especialmente para garantir projetos com personalidade, únicos e atraentes na região. Geraldo Abud Rossi, Diretor da BLU, explica que “a participação da BLU em grande parte dos projetos, auxiliou na crescente valorização da região e contribuiu para que as vendas dos imóveis não diminuíssem”, ressalta ele.

Nos últimos 12 meses encerrados em março, o preço dos imóveis subiu apenas 0,53%, em média, nas 20 cidades brasileiras acompanhadas pelo índice FipeZap. É a menor variação já registrada desde o início da série histórica, que começou em 2008. Mas de uma forma geral, Florianópolis está na contramão de outras capitais.

De acordo com a Revista Exame, a cidade registrou aumento de preços idêntico à alta da inflação no país nos últimos 12 meses (9,50%), que ainda citou Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Distrito Federal, Recife e Niterói como cidades que tiveram queda nominal (absoluta) de preços na comparação de março deste ano com o mesmo mês do ano passado. Dados da FIPE – Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas, também reforçam o cenário de Florianópolis, que em 2015 teve alto do valor do m² na cidade de 8,4%.

Clevis Koakoski, Diretor da Buzz Imobiliária, líder em vendas na região da Costa Leste afirma que o cenário não sofre com a crise. “As vendas não diminuíram, apesar de consumidor estar cada vez mais seletivo, existe muita procura pela região, principalmente de pessoas que vem de fora da cidade”, ressalta. De acordo com ele, as unidades mais caras estão tendo maior procura, do que as de preço médio. “O cliente que compra parcelado diminuiu bastante, hoje o que vemos são pessoas que têm dinheiro guardado comprando para investir ou morar”, completa o Diretor da Imobiliária.

Na Capital, o Sinduscon – Sindicato da Indústria de Construção Civil, também aponta alguns fatores para esta estabilização nas vendas desde o ano passado, como mudanças no plano diretor na Costa Leste de Florianópolis, que impossibilitaram a construção de prédios – que já eram baixos, com até 3 andares e já apresentavam pouca oferta –  e uma crescente demanda de pessoas que sonham em mudar para Florianópolis. A região é reduto de gaúchos e paulistas, e se destaca de outras partes da cidade por suas belezas naturais, como praias e montanhas, mas também por sua crescente valorização imobiliária.

Surfar, curtir a vida, morar em um local seguro, perto da natureza em uma cidade que possui títulos de melhor lugar para criar filhos e polo de tecnologia e inovação, atrai aqueles que vivem a vida agitada da capital paulista ou porto-alegrense. Dados do IBGE afirmam que o Estado de Santa Catarina traz números favoráveis para aqueles que buscam longevidade e qualidade de vida. A esperança de vida média é de 78,3 anos. Mais especificamente a região da grande Florianópolis, onde há maior número de migração de gaúchos e paulistas, a média de 77,6 anos de expectativa de vida, ainda mais alta que no Estado.

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As megatendências vêm ganhando cada vez mais importância no cenário atual. Muitos estudos são conduzidos a fim de mapear e mensurar a intensidade dessas tendências e analisar como elas podem afetar os negócios no presente e no futuro. Em muitos setores, essas propensões forçam mudanças no direcionamento, mas também criam oportunidades no negócio. Uma preocupação estratégica da maioria das empresas é sobre como se posicionar para aproveitar da melhor forma essas megatendências, se adaptar aos novos contextos e o que fazer para sair na frente dos concorrentes no quesito inovação.

Primeiro é importante observar que as megatendências partem de dois agentes:movimentos espontâneos, determinados pelo inconsciente coletivo ou condicionantes históricos;  e fatores externos, específicos e identificáveis, como legislações, campanhas publicitárias ou comportamento de celebridades. Isso faz com que elas não sejam apenas uma aposta incerta, ma sim uma realidade do futuro, podendo ter algumas variáveis no caminho. A grande pergunta é: como se apropriar dessas tendências para usá-las a favor do seu negócio?

Muitas empresas já investem em equipes que trabalham na construção e utilização desses cenários. A BLU Urban Thinking auxilia empresas a encontrar oportunidades dentro dessas megatendências através da sua expertise de inteligência de mercado. Raquel Pellizzoni, do núcleo de pesquisa de mercado e tendências da BLU, ressalta que tão importante quanto conhecer as megatendências, é analisar e refletir sobre quais delas podem fazer sentido para o negócio e como será desenvolvida a estratégia para incorporá-la.

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Conheça algumas megatendências que já estão influenciado e/ou influenciarão padrões de consumo, comportamento e relacionamento:

  • Eficiência energética: tem a ver com a otimização das fontes de energia, utilizando menos força para as mesmas atividades.
  • Conectividade: facilidade de conexão e interação entre diversos aparelhos e entre as pessoas.
  • Construções verdes: buscam oferecer o mínimo impacto ao meio ambiente, com técnicas e materiais que tornam a obra parte da natureza local.
  • Mudanças climáticas: alterações que ocorrem no clima do Planeta, principalmente por consequência da ação do homem.
  • Mobilidade urbana: a condição de transporte e circulação de pessoas no ambiente urbano.
  • Mobilidade: A facilidade de comunicação graças a avanços tecnológicos.
  • Ascensão social: Quando indivíduos sobem de classe e passam a ter um maior poder aquisitivo.
  • Inclusão tecnológica: Se refere a democratização das novas tecnologias, permitindo a inserção de todos na era da informação.
  • Escassez de recursos: É a diminuição dos recursos naturais que vem exigindo uma maior eficiência do uso destes recursos.
  • Compartilhamento: “Sharing”, o compartilhamento é a nova forma de propriedade.
  • Economia interligadas: Se refere à aproximação dos mercados emergentes com os mercado em ascensão, graças a globalização.
  • Urbanização: É o crescimento das cidades que impulsiona demandas por soluções em diversos campos para o bem-estar das pessoas.
  • Internet das Coisas : Objetos inteligentes interligados via internet.

As megatendências são reais e ganham cada vez mais importância na agenda das empresas. Investir no futuro é compreender que para se destacar em meio a tantos concorrentes, é preciso planejar desde o presente as apostas na inovação.

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Por BLU Urban Thinking

A sustentabilidade é uma tendência cada vez mais forte entre os condomínios, sejam eles comerciais ou residenciais. Segundo o Conselho Brasileiro de Construção Sustentável, em quatro anos, as práticas de sustentabilidade devem ganhar todos os canteiros de obras do Brasil.

Em Florianópolis, a sustentabilidade na hora de construir residenciais e centros comerciais e empresariais vem ganhando forças. A BLU Urban Thinking, empresa de inteligência e desenvolvimento imobiliário atua com o tripé da qualidade de vida, inovação e sustentabilidade.

Desde a primeira etapa, quando é pensado o conceito do residencial e formatado o projeto arquiteto, a empresa buscar inserir conceitos sustentáveis como captação da água da chuva, tratamento de esgoto próprio e maior iluminação e ventilação. O motivo é simples, segundo Betina Chede, arquiteta responsável pelo escritório BCh Arquitetos, parceiro da BLU, através de práticas sustentáveis, chega-se a redução de custos, graças, principalmente à otimização energética e ao melhor aproveitamento da água. Os impactos na vida dos moradores vão desde a saúde, por meio da utilização de materiais com baixos índices de Compostos Orgânicos Voláteis (poluentes atmosféricos nocivos à saúde) e do controle da qualidade do ar, até a conscientização para a preservação dos recursos naturais que podem ser colocados em prática no dia a dia, como a coleta seletiva, explica ela.

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As construtoras estão cada vez mais apostando na ideia e enxergando que esse é o caminho para um desenvolvimento urbano inteligente. Geraldo Abud Rossi, diretor da BLU diz que a construção civil está em uma nova era, em que busca pela constante inovação, tecnologia e investe em projetos mais sustentáveis, que preservem o meio ambiente e, ao mesmo tempo, conquiste pessoas que também prezam por este princípio de cuidado com a natureza.

SANEAMENTO PRÓPRIO

Muito se fala em problemas de poluição em virtude do saneamento básico irregular. Em Florianópolis, já acompanhamos diversas denúncias de situações irregulares de esgoto que são direcionados à praia. Mas de acordo com o Plano Diretor de Urbanismo de Florianópolis, as licenças de construçãodependerão das garantias do fornecimento de infraestrutura, em especial água, luz, escoamento predial e esgoto. Ou seja, para se construir de forma regular é preciso apresentar um projeto de tratamento de esgoto que visa tratar os efluentes no próprio residencial, para que só depois deprocessos químicos e biológicos de decomposição, sejam eliminados.

 

APROVEITAMENTO DA ÁGUA DA CHUVA

Também é de conhecimento de todos que a demanda por água doce aumenta a cada dia, seja pelo aumento da população, seja pelos crescentes índices de poluição das fontes hídricas. Por essa razão é fundamental que não descartemos nenhuma fonte alternativa de água. Em residenciais projetados e desenvolvidos pela BLU, o aproveitamento da água da chuva tem um sistema inteligente. Depois de captada, a água é tratada e armazenada, servindo para irrigação de plantas e jardins, utilização nas descargas sanitárias, além de limpezas do próprio condomínio.

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GRANDES ABERTURAS E MUITO VERDE

As grandes aberturas sejam de portas ou janelas ou pés direitos altos, contribuem altamente para a redução do consumo de energia na edificação. Equilibrar as relações entre o meio artificial e natural é uma alternativa para deixar o ambiente mais iluminado e ventilado. Nos residenciais construídos próximos ao mar, essa ideia funcionada muito bem, pois traz a brisa da praia para perto de casa, deixando o ambiente mais fresquinho e arejado. Ao mesmo tempo, o verde do paisagismo, através de jardins verticais, paredes ou telhados verdes, favorecem a temperatura interna, deixam o ambiente mais bonito e ajudam na fotossíntese.

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ENERGIA SOLAR

A energia solar é outra prática sustentável que tem um efeito positivo na diminuição do consumo de energia. Ela é considerada uma fonte renovável e inesgotável de energia, uma vez que é gerada a partir de uma fonte natural, o sol.  No Brasil, que está situado em zona tropical e dispõe de alta incidência de radiação solar, este potencial deve ser ainda mais aproveitado para garantir uma redução no consumo: estudos mostram que é possível reduzir as contas de luz/gás em até 50% com a utilização de energia solar. E é por isso motivo que a BLU utiliza desse recurso na hora de desenvolver seus projetos.

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A BLU COMO PROTAGONISTA NO DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL

Para a BLU, viver em harmonia com a natureza, de maneira cada vez mais sustentável, não basta apenas reciclar o lixo e fechar a torneira na hora de escovar os dentes. As construções de casas e prédios sustentáveis têm papel fundamental no palco de um planeta que queremos.  Sabemos que em Florianópolis o cenário ainda não é dos mais animadores, mas aos poucos as construtoras estão enxergando que este é o caminho que as pessoas estão optando para viver com qualidade de vida e mais saudável. E a BLU atua exatamente em parceria com estas empresas, que buscam soluções inovadoras em prol da natureza e da sustentabilidade. Isso é o que nos motiva a continuar apostando no sustentável como a tendência que veio para ficar.

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Com o advento da internet e a alta demanda do mercado, as pessoas que estão em busca de um imóvel se tornaram mais exigentes e, consequentemente, mais blindadas contra as más ofertas. Além disso, o cliente está muito mais atento sobre as vantagens, diferenciais e benefícios deste setor, em busca da melhor negociação e oportunidades. E é aí que entrar a expertise do marketing imobiliário, com o grande desafio de conquistar e fidelizar clientes, criar uma relação de confiança, além de transformá-lo em ponte para novos negócios.

A BLU Urban Thinking, empresa de inovação e inteligência imobiliária atua também com marketing imobiliário. Suas soluções para incorporadoras e construtoras incluem três importantes vertentes: a consultoria de marketing, a assessoria de imprensa e a publicidade e propaganda. A grande diferença com as  empresas dessas áreas é que a Blu é especialista no setor imobiliário, conhecendo a fundo o mercado e seus mecanismos.

Segundo Geraldo Abud Rossi, diretor da BLU, “através da consultoria, orientamos e apontamos caminhos, baseados nos objetivos da empresa. Através de um diagnóstico, propomos ações que levarão a empresa a reverter o problema de marketing ou qualificar o setor de marketing que já existe. Apontamos caminhos mais eficazes para chegar ao objetivo, orientando o corpo tático da  empresa quanto aos passos para sua execução”, ressalta ele. Caso a empresa não possua profissionais para fazer este trabalho, a BLU conta com uma equipe especializada no setor imobiliário que visa dar suporte em todas as estratégias, incluindo as outras duas vertentes: assessoria de imprensa e publicidade e propaganda.

A assessoria de imprensa tem o objetivo de desenvolver o relacionamento da empresa ou empreendimento, dando visibilidade ao seu nome junto aos veículos de comunicação, o que permite que sejam criadas matérias que vinculem a marca de maneira espontânea. Ainda trabalha na divulgação da marca na internet, através das mídias sociais, como facebook, instagram, google +, linkedin e blogs com a criação de conteúdo originais e instigantes para tais mídias.

Já a publicidade e propaganda que também faz parte da solução de marketing para incorporadoras e construtoras, é especializada em campanhas e peças publicitárias.

Atua na apresentação de um produto ou serviço ao consumidor, promove sua venda e garante a boa imagem da marca. Faz a criação de layouts, cores, formas e escolhe a abordagem e os meios de comunicação mais adequados à campanha. Depois, avalia o impacto da propaganda sobre o consumidor.

Geraldo explica que é possível definir o marketing imobiliário como um conjunto de processos que envolve desde a definição do projeto, desenvolvimento do empreendimento, estratégias de comunicação lançamento, pós-vendas e relacionamento com clientes. “É preciso ter a noção de que o marketing mobiliário é algo bem amplo, que faz parte de uma estratégia maior que envolve desde os aspectos fundamentais de uma organização até à forma como ela se comunica com o seu público. Por isso dá importância de ter empresas especializadas no assunto para que os resultados sejam efetivos e para que as chances de sucesso aumentem significativamente”, finaliza ele.